terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

A Paz e a Revolta


Adoto um país de negros que não sabem sua cor, um país de pobres que não sabem sua classe, um país de sorriso alegrados por uma falsa democracia. Adoto os sujos que dormem ao relento, as causas tidas como perdidas.
Eu adoto os mundanos que não sabem se existe a salvação divina, por que eu também não sei, e não pretendo saber.
Eu pretendo a revolta por que da paz já estou farta! A paz dos silenciosos que se acomodam em suas mediocridades, nada me serve, nada serve ao coletivo.
A paz da alienação e da ignorância alimentam a permanência daqueles que já estão confortáveis com suas riquezas
A revolta é um tapa,  do que mais precisamos? Vamos exaltar o grito e no grito merecer a paz!

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

UJC NOS BAIRROS NA CONSTRUÇÃO DO PODER POPULAR


A UJC inicia no dia de hoje seu trabalho nos bairros. A intenção é organizar o poder  popular na cidade de Campos, partindo da premissa de que fundamental é debater sobre os problemas que abatem a juventude, compreendendo a conjuntura, organizar a juventude para a briga concreta contra a hegemonia do sistema vigente e contra a centralização não representativa do parlamento e da prefeitura!

 Levaremos aos bairros debates sobre a realidade do jovem na cidade, violência, cultura e mídia. Além dos debates, estaremos realizando uma série de atividades culturais nas praças de bairros como Tarcisio Miranda e Goytacazes.


A luta continua!

A secretária-geral do Partido Comunista da Grécia, Aleka Papariga, concedeu na última quinta-feira (5/01/2012) uma entrevista ao programa matinal da estação de TV ANT1.

Dentro do capitalismo não há saídas favoráveis ao povo


A secretária-geral do Partido Comunista da Grécia, Aleka Papariga, concedeu na última quinta-feira (5/01/2012) uma entrevista ao programa matinal da estação de TV ANT1.

ANT1: O que propõe o Partido Comunista da Grécia? É um partido que não procura o poder burguês. Ele não diz: votem em nós para formar um governo e as coisas serão diferentes. O que o partido propõe a fim de sairmos do impasse?
Aleka Papariga: Quando dizemos ao povo que o sistema capitalista – e dizemos isso em relação ao sistema capitalista da Europa, que completou todo o ciclo – hoje já não pode proporcionar soluções, que já deu tudo o que tinha a dar, isto significa que eles não esperem que o Partido Comunista da Grécia participe no sistema político burguês, num governo para gerir um sistema que nada pode proporcionar.
ANT1: Está falando sobre a derrubada do sistema?
AP: Naturalmente.
ANT1: Não está interessada em participar numa formação governamental?
AP: A questão não é se nos interessa. Isso será danoso para o povo. E enfrentaríamos uma grande contradição que é por um lado dizermos palavras de ordem em favor do povo e invocarmos nossos mais de 90 anos de história e, por outro lado, sentarmo-nos e discutirmos acerca da abolição dos bônus de Natal e de Páscoa. Não é isto que queremos.
ANT1: Se o povo votar a favor e der ao partido um resultado importante, digo como hipótese, o que vocês dirão ao povo? Que não governam porque o prejudicarão, porque não podem governar dentro da estrutura do sistema dos capitalistas?
AP: O povo grego, quando der uma tal maioria ao Partido Comunista da Grécia, estará então determinado a lançar-se na batalha. Nós explicamos a nossa linha política plenamente. Não saímos a dizer que pode haver um governo que impusesse duas ou três boas soluções. Isso é o que dizem outros partidos, os quais contam mentiras. E na minha opinião ou deveríamos dizer que os seus políticos e quadros são incompetentes, algo em que não acredito, ou estão conscientemente a dizer mentiras.
Se pudéssemos impedir as consequências da crise e resolver os problemas do povo através da participação num governo, nós o faríamos. Somos ousados e assumimos riscos. Mas isto é impossível. Deixe aqueles partidos que conversam acerca de governos progressistas de esquerda ou de centro-direita ou de centro-esquerda nos explicarem: formam um governo. Mas no dia seguinte teriam de tratar de ainda mais memorandos, empréstimos, da Federação Helênica de Empresas, as federações patronais. Sabe o que está a acontecer agora? Mesmo quando num sector ou fábrica a luta faz pressão sobre o patrão e ele quer fazer um pequeno recuo, a federação dos industriais salta sobre ele e diz-lhe para não o fazer porque isto criará uma abertura em outras fábricas. Assim o trabalho não só enfrenta o seu próprio patrão como também os donos do capital e dos meios de produção como um todo.
ANT1: Eleições. Se olharmos para as pesquisas de opinião não teremos o governo de um só partido. O que farão neste processo? Será mais uma vez o Partido Comunista da Grécia a gritar e dizer que são os únicos que representam a esquerda?
AP: Não dizemos isso desse modo. Procuramos exprimir objectivamente, através das nossas posições, os interesses da classe trabalhadora contemporânea e de um amplo sector, não todo, dos autónomos e um grande sector dos agricultores, não todos os agricultores. Nós definimos forças sociais. Apelamos ao trabalhador, tanto àqueles que votam na Nova Democracia (direita) como no PASOK (social-democracia). Nós vemos as forças sociais, porque quando você fala em termos de esquerda, direita, centro, hoje não está a dizer nada.
O povo não tem nada a perder; pode, ao contrário, ganhar alguma coisa se um governo fraco surgir das eleições. Quanto mais forte for o governo, mais duro e mais determinado será contra o povo.
Sejamos realistas acerca das próximas eleições. É possível que o povo saia mais forte e seja capaz de erguer obstáculos contra o trabalho do próximo governo. O povo não deveria ter medo. Se não for possível formar um governo de um partido, eles chegarão a acordo uns com os outros. Eles já se prepararam para isso. Não ouçam o sr. Samaras, não ouçam o que o sr. Papandreu ou o próximo líder do PASOK estão a dizer. Já há alguns que estão ansiosos por contribuir. Esperamos que haverá um momento em que a formação do governo será impossível e o povo intervirá. O que é importante é que não tenhamos um governo forte. Não poderá haver um governo a favor do povo.
ANT1: Isto é um pouco astucioso num sentido político. Diz que não pode haver qualquer governo progressista, excluindo a possibilidade de um governo não só do seu partido como também o do sr. Tsipras (Syriza) e do sr. Kouvelis (Esquerda Democrática).
AP: Dizemos isso claramente. Não, não vamos por aí.
ANT1: Então diga isso claramente.
AP: Não pode haver qualquer governo progressista que coexista com os monopólios, não só na economia mas por toda a parte, que efectue negociações dentro da UE – porque é isso que todos eles estão a dizer; que alegadamente efectuarão uma negociação militante, tal coisa não pode vir a acontecer. Estas duas coisas são incompatíveis. Mas podemos ter um movimento forte após, no dia seguinte às eleições.
ANT1: As pessoas têm expectativas quanto a vocês. Elas dizem que o Partido Comunista da Grécia pode ter uma das poucas oportunidades que alguma vez já teve no período pós-ditadura de fazer sentir a sua presença com os votos do povo e querem ouvir algumas propostas do Partido Comunista da Grécia para uma saída. Isto é o que as pessoas que não têm um relacionamento ideológico com o Partido Comunista da Grécia estão pedindo.
AP: Temos uma proposta de saída. Não falarei sobre o que já divulgamos numa versão impressa. Organizamos comícios, manifestações por toda a Grécia. Na verdade, isso não pode ser apresentado em um minuto. Se a pergunta é uma saída agora em que tudo permanece na mesma e em que emergirá um governo que mudará tudo com decisões do parlamento, bem, tal coisa não é possível. Isso quer dizer que não pode haver qualquer saída no quadro do sistema actual.
ANT1: Está falando acerca da derrubada do sistema?
AP: Sim, mas isso não pode acontecer da noite para o dia e com um único assalto. Dizemos o seguinte: em cada batalha o povo deve fazer progressos como um militante, mesmo através de ganhos parciais. Não podemos descartar a possibilidade de uma derrubada radical nos próximos anos. O próprio povo decidirá sobre isto e ao mesmo tempo ele deve preparar-se e exercer pressão decisiva, impedindo o pior e conquistando ganhos. Não podemos fixar uma data para a mudança do sistema político, não podemos estabelecer um período de um, dois, três anos, porque isto depende da maioria do povo, não será um assunto só do Partido Comunista da Grécia. Se o povo não tomar a decisão, isto não se verificará.


Fonte: pt.kke.gr

A UJC e o PCB mostraram a cara no Fórum Social Temático

 

imagemCrédito: UJC


Fernanda Fortini Macharet*
É com emoção que tomo a liberdade de escrever esse breve relato da participação da UJC no Fórum Social Temático.
Em primeiro lugar, é preciso dizer que é revigorante encontrar os camaradas de outros estados, trocar informes, perceber o quanto temos crescido com qualidade. Camaradas realmente valorosos. Alguns com grande inserção na lutas sociais que se travam país afora e outros que, embora com pouca experiência por estarem iniciando a militância agora, esbanjam grande potencial. Todos comunistas sinceros e que anseiam pelo aprofundamento de nossa capilarização nas lutas, em diversas frentes e em suas variadas formas. Ali estava reunida a juventude, ou parte dela, que será o futuro de nosso PCB.
O Fórum, que se caracteriza pelo aparente caráter descentralizado, com centenas de atividades das mais variadas temáticas - que reproduzem, em grande medida, a fragmentação e a focalização em lutas específicas em nossos tempos de discursos pós-modernos -, esconde, na verdade, a hegemonização de sua direção por ONGS e setores atrelados ao governo. A bandeira por um "outro mundo possível", naquele espaço, não passa de uma máxima esvaziada de um conteúdo que conteste, de fato, a atual ordem vigente. Ainda que se mencione o socialismo - com discursos redesenhados à esquerda, mas desmascarados pelas práticas concretas -, a denúncia da mazelas produzidas pelo capitalismo não desvela a essência de seu caráter predatório e tão pouco projeta a sua superação. Fala-se em desenvolvimento sustentável, em um claro preparo de terreno para o Rio +20, o primeiro dos megaeventos que passarão a tomar conta do país a partir desse ano, cavando ainda mais espaços para a acumulação e a circulação de capital, para o acirramento da concentração das riquezas produzidas socialmente.
É nesse contexto que se deu nossa atuação. Conseguimos realizar duas atividades próprias no acampamento: um debate sobre a juventude trabalhadora, com os camaradas João, do MST e da UJC, e com Sidney, do Comitê Central do PCB e Secretário Nacional Sindical, que nos brindou com toda a sua experiência e trajetória de lutas, emocionando a todos em diversos momentos. Ali foi um passo importante para amadurecermos a necessária discussão sobre a organização dos jovens trabalhadores, que certamente dará passos mais largos no Congresso da UJC em julho.
A outra atividade foi o debate de universidade popular, no qual contamos com a participação de cerca de 50 pessoas, dentre camaradas - contando com a importante presença do PC Paraguaio -, contatos e aqueles que passavam pelo local. Uma expressiva atividade, que se insere no bojo de outras, como os seminários estaduais e nacional de universidade popular, os grupos de trabalho que temos a tarefa de tocar em nossos estados junto com outras forças e movimentos, enfim, mais uma atividade que traz consigo o esforço de tornar os debates sobre a UP um movimento contra-hegemônico concreto e orgânico.
Ainda houve uma terceira atividade própria, organizada pelos camaradas do Rio Grande do Sul, a Boemia Socialista, na qual pudemos nos confraternizar e estreitar ainda mais os laços também subjetivos que nos unem. Uma maravilhosa atividade, que contou com os camaradas paraguaios e, mais uma vez, com a conversa de toda militância com Sidney, que nos emocionou com histórias que nos preparam, em boa medida, para este ano em que enfrentaremos batalhas pela disputa de memória em torno dos 90 anos do partido. Não podemos nos furtar de defender a nossa história, que é também a história das lutas populares que se travaram e se travam nesse país. Trata-se, mais que nunca, de defender a atualidade e a necessidade da via revolucionária no Brasil, sob a hegemonia dos trabalhadores. Em suma é combater o reformismo e o dito “comunismo” para o capital.
Marcamos presença, ainda, na atividade da agenda Colômbia-Brasil, na qual pudemos conhecer um pouco mais das diversas formas de lutas que se travam naquele país, bem como as atrocidades que o Estado terrorista, em estreita articulação com as elites colombianas e os Estados Unidos provocam sobre os trabalhadores, camponeses, estudantes e todos aqueles que contestam a bárbara situação do país. Devemos nos solidarizar com o povo Colombiano e denunciar as inúmeras violações as quais são submetidos!
Conseguimos, ainda, acompanhar as reuniões e atividades da Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde, na qual já nos inserimos em alguns estados através de fóruns locais, como é o caso do Rio. A Frente protagonizou importantes ações no Fórum Mundial de Saúde e Seguridade que ocorria em paralelo ao Fórum Temático, pressionando e inserindo em sua pauta análises e propostas que se contrapõem aos rumos vigentes na saúde pública brasileira e ao seu claro desmonte, que segue à risca a cartilha do Banco Mundial.
A UJC e o PCB mostraram a cara. Divulgamos a nossa nota política da UJC, realizamos e nos inserimos em importantes atividades e conseguimos realizar ações que se contrapunham ao caráter predominante do Fórum, apesar de todas as limitações. Mostramos, por fim, que o PCB está na luta! Revigorados, portanto, iniciamos o ano de 2012, um pouco mais preparados que antes para tocar as lutas que virão!
*Membro da Coordenação Estadual da UJC RJ. Militante da Base da Saúde PCB - RJ


Fonte: Palavras acesas
gracietesantana.blogspot.com

UJC nos Bairros

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Dia 08 de Fevereiro, final do Festival de Bandas de Garagem!!! Na Tenda, em Farol.

Segundo informações de um amigo músico, dia 08 de Fevereiro a praia de Farol estará no clima do Rock e do Metal! A ultima fase do festival de Bandas de Garagem contará com bandas como Evolução da Especie e Astigmatismo, e há ainda a chance de sair um ônibus de Campos rumo ao Festival, completamente 0800.

A Organização do evento está de parabéns pela iniciativa, e nós, fãs da boa música, esperamos que continue assim. Campos ainda precisa de mais iniciativas populares, mais espaços de arte e cultura abertos ao povo, mais investimento direcionados à artistas locais, e abertura da prefeitura para trabalho de produtores que valorizem vertentes como o rock in roll. Cultura não é só entretenimento... Cultura é construção humana!


TRANSPORTE PÚBLICO NÃO É MERCADORIA!

Em Campos as empresas de ônibus são subsidiadas pela governo municipal que repassam valores vultuosos a cada empresa inserida no projeto populista do cartão cidadão. Esse engodo beneficia os empresáros do setor sem trazer benefício efetivo para a população já que a situação do transporte urbano na cidade é precária: são veículos de péssimas condições que trafegam pela cidade, péssimo atendimento nos distritos, impondo isolamento a população local.


Há ainda a imposição do “motorista júnior”, que desempenha ao mesmo tempo a função de motorista e trocador, sobrecarregando o empregado e trazendo risco para o trânsito. Isso é uma mostra da exploração ao qual são submetidos os trabalhadores do setor. Os empresários do setor, ao mesmo tempo em que oferecem serviços de péssima qualidade á população exploram ao máximo a saúde física e mental de seus empregados.


A alegação dos empresários para o atraso dos salários dos trabalhadores do transporte público em Campos é justamente a falta do repasse do subsidio pela prefeitura.


Além dos trabalhadores do setor, isso prejudica setores da classe trabalhadora que diariamente fazem uso desse meio de transporte.


"As empresas de ônibus prestam o serviço de transporte coletivo sob a forma de concessão, pois é público e, inclusive, a Constituição brasileira caracteriza tal serviço como de caráter essencial (art. 30, V). Contudo, o que se observa é o enriquecimento abusivo dos magnatas do setor, às custas da classe trabalhadora, que é a usuária tradicional de um transporte que, como se vê, de público tem muito pouco. " PCB/RJ


O transporte público, justamente por ser público, não pode ser gerenciado sob a ótica da economia de mercado. O valor repassado pela prefeitura de Campos a iniciativa privada que, por sua natureza busca apenas maximizar seus lucros em detrimento do usuário, deveria ser investido em transporte público de qualidade. Defendemos a ESTATIZAÇÃO dos meios de transporte, sob o controle dos trabalhadores, como única forma corrigir as mazelas do setor.


Transporte Público não é mercadoria!
Pela Estatização dos meios de transportes públicos, sob controle dos trabalhadores!




NOTA POLÍTICA DO PCB/CAMPOS

sábado, 31 de dezembro de 2011

A Globo usa sua potência midiática para enganar! Porém CUBA está de pé, e vai bem, obrigada!!!

  A Rede Globo fez, durante a semana, uma série de reportagens sobre a ilha comunista, Cuba. Nenhuma surpresa.  Usam sua potência midiática para enganar.


   O Jornal Nacional não diz nada, por exemplo, sobre  68% das diretrizes do Estado que foram reformuladas após a discussão com o povo cubano. A Globo também não diz que foram registrados mais de 03 milhões de intervenções populares e que 8.913.000 de cubanos participaram da discussão do Projeto de Diretrizes para a Política Econômica e Social do Partido e da Revolução, debate prévio ao VI Congresso do Partido Comunista de Cuba.  


  O que há de errado com um país que reconhece a necessidade de renovação dos seus dirigentes, como fez Raul Castro? O que há de errado com um país que apesar de muitos problemas financeiros possui algumas das melhores Universidades da America? O que há de errado com um país comunista que manda mais de 40 mil cubanos em missões de solidariedade, por mais de 70 países?



Público aqui um fragmento do discurso do camarada Raul Castro: "
O Comitê Central é composto por 115 membros, dos quais, 48 são mulheres, isto é 41,7%, com o qual se triplicou o número atingido no Congresso anterior, que foi de 13,3%. O número de negros e mestiços é de 36, crescendo em 10% sua representação, que agora é de 31,3% (...)"  E Volto a perguntar: O que há de errado nisso? 


Eu mesma respondo: nada. Na verdade o grande erro, nosso, um país (Brasil) dominado pela ideologia burguesa e que vive de seu engano sobre democracia e liberdade, é o erro de julgar um país como Cuba! O povo de Cuba sabe o que é democracia, sabe o que é tomar as rédias de sua história,  estão sendo capazes de superar grandes dificuldades impostas economicamente e ainda desenvolver uma construção humana comunista.  Os cubanos ainda lutam, ainda se constroem, ainda querem superar outros tantos desafios... E irão superá-los com a força que demonstram ter... e o Brasil deveria estar de mãos dadas com Cuba e com este país aprender!  

Cuba Vive!



Fonte de dados: solidariedadeacuba.org.br  ;  convencao2009.blogspot

CUBA VIVE E É SOLIDARIEDADE!


sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

"emtortAspalavras"

Aquilo que proclama amor,
É de toda acostumada
A palavra em nunca dizer.
Digo: Pensamento.
E não disse
O que haveria de ser ?

Digo: Ventania.
E só disse
Para quem haveria de entender...
Nos símbolos,
Na intimidade
Disse: Vamos aprender de outro modo?
Perguntei.


segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

14ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE: VITÓRIA CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DO SUS!

Nota política da Frente Nacional contra a Privatização da Saúde
Nosso Sistema Único de Saúde (SUS) chegou à 14ª Conferência Nacional de Saúde em um momento crítico. Após vinte e um anos de construção difícil e avanços limitados, o SUS tem sofrido um processo de desconstrução de seu caráter público e estatal, que ameaça por fim às possibilidades de alcançarmos o sonho do direito universal à saúde no Brasil. As propostas de “novos modelos de gestão” são hoje, sem dúvida, uma das maiores expressões desse processo de desconstrução e de privatização do direito à saúde.
Foi nesse contexto que as delegadas e os delegados da 14ª Conferência Nacional de Saúde, no período de 30 de novembro a 04 de dezembro de 2011, rejeitaram, em maioria arrebatadora, todas as formas de privatização da saúde (Organizações Sociais, Fundações Estatais de Direito Privado, Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIPs, Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – EBSERH e Parcerias Público-Privadas).
Entendemos que essa vitória é de todos (as) que defendem o SUS 100% público, estatal e sob administração direta do Estado em cada local desse país.
A Conferência afirmou o desejo da maioria da população brasileira pela garantia de acesso universal, equânime e integral aos serviços de saúde geridos com qualidade pelo Estado. Afirmou ainda, a defesa do aumento do financiamento para o SUS, exigindo a imediata regulamentação da Emenda Constitucional 29 e a destinação de 10% da Receita Corrente Bruta para a saúde e, principalmente, que estes recursos públicos sejam aplicados para ampliação da rede pública de serviços em todos os níveis de atenção à saúde (Atenção Básica, Média e Alta Complexidade) – com instalações, equipamentos, medicamentos e assistência farmacêutica restritamente públicos -; a realização de concursos públicos, a definição de pisos salariais e de Planos de Cargos e Carreira para todos(as) os(as) trabalhadores(as) e melhores condições de trabalho, efetivação de serviços de saúde mental na lógica da Reforma Psiquiátrica Antimanicomial, rejeitando a internação compulsória e as comunidades terapêuticas, dentre várias outras propostas que visam fortalecer o SUS e efetivar o direito à saúde.
A 14ª Conferencia Nacional de Saúde será lembrada na história como o espaço que rejeitou a tentativa de contrarreforma do capital no sentido de privatizar a saúde e demonstrou que a sociedade brasileira está atenta e forte na defesa de seus direitos.
Apesar dessa legítima vitória do povo brasileiro, construída desde as Conferências Municipais e Estaduais de Saúde, e concretizadas na etapa nacional após muito debate, não podemos deixar de denunciar o desrespeito ao Controle Social por parte do Governo Federal ao final da plenária. O Governo Federal, defensor das mais diversas propostas privatizantes, visando esconder a sua derrota política nas propostas votadas pelo conjunto de delegados de todo Brasil, apresentou uma “carta síntese” que não traduz o teor político das conferências e lutas travadas no dia a dia pelos militantes, usuários e trabalhadores da saúde, trazendo apenas um resumo com a intencionalidade de mostrar um “falso consenso” excluindo os importantes pontos em que o governo foi derrotado, como a defesa de um SUS 100% público e estatal e a rejeição a todas as formas de gestão privatizantes, citadas acima.
A carta, mesmo não estando prevista no Regimento e nem no Regulamento, e não sendo publicizada anteriormente em nenhum espaço oficial da Conferência, foi colocada em votação. Sem debate do seu teor e sem permissão de intervenção sobre o seu conteúdo, a carta foi aprovada pela Plenária, em uma votação conduzida pelo próprio ministro. Não nos calaremos diante desse golpe e nossa resposta se dará na continuidade de nossas lutas!
Afirmamos que o produto da Conferência está expresso no relatório final, sendo este o documento oficial da mesma, e que deve ser imediatamente divulgado para toda a sociedade! Nele está expresso o desejo do povo brasileiro que norteará as nossas lutas em defesa do SUS.
A Frente Nacional contra a Privatização da Saúde – composta por Fóruns Estaduais e Municipais, diversas entidades, movimentos sociais, centrais sindicais, sindicatos, partidos políticos e projetos universitários -, esteve na 14ª Conferência, de forma organizada e militante, defendendo o caráter público da saúde e a efetivação do SUS articulado a um projeto de sociedade em que todos tenham igualmente condições de vida digna, no contexto mais amplo das lutas para supressão das desigualdades sociais, com prospecção socialista. Entendemos que as lutas na saúde devem estar articuladas às lutas por uma sociedade justa, plena de vida, sem discriminação de gênero, etnia, raça, orientação sexual, sem divisão de classes sociais!
Tivemos uma grande vitória. Durante toda Conferência, houve uma dura disputa política entre os defensores do SUS e os privatistas. A Frente Nacional contra a Privatização da Saúde obteve uma grande vitória com a defesa intransigente do SUS público e repúdio a privatização. Mas, é preciso continuarmos atentos e organizados. A nossa luta continua em cada estado e município desse país, fortalecendo os fóruns em defesa do SUS e contra as privatizações, exigindo a efetivação das definições desta Conferência, buscando fortalecer o controle social e as lutas nas ruas!
A 14ª Conferência Nacional de Saúde entra para a história reafirmando o mais importante princípio da 8ª Conferência Nacional de Saúde: nossa saúde não é mercadoria!
O SUS É NOSSO
NINGUÉM TIRA DA GENTE
DIREITO GARANTIDO
NÃO SE TROCA E NÃO SE VENDE!”

FRENTE NACIONAL CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE
FÓRUNS PARTICIPANTES DA FRENTE:
FÓRUM DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO
FÓRUM EM DEFESA DO SUS E CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DE ALAGOAS
FÓRUM PARAIBANO EM DEFESA DO SUS E CONTRA AS PRIVATIZAÇÕES
FÓRUM POPULAR DE SAÚDE DE SÃO PAULO
FRENTE PERNAMBUCANA EM DEFESA DO SUS
FÓRUM ESTADUAL EM DEFESA DO SERVIÇO PÚBLICO E CONTRA AS TERCEIRIZAÇÕES- DO RIO GRANDE DO NORTE
FÓRUM POPULAR EM DEFESA DA SAÚDE PÚBLICA DE LONDRINA E REGIÃO
FÓRUM POPULAR DE SAÚDE DO PARANÁ
FRENTE CEARENSE EM DEFESA DO SUS E CONTRA A SUA PRIVATIZAÇÃO
FÓRUM DE SAÚDE DO RIO GRANDE DO SUL
FÓRUM EM DEFESA DO SUS CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE DE MINAS GERAIS
FÓRUM EM DEFESA DO SUS DO DISTRITO FEDERAL
FÓRUM DE SAÚDE DO MARANHÃO
FÓRUM DE SAÚDE DE GOIÁS


Fonte: Virusplanetario.net

sábado, 17 de dezembro de 2011

Semana de Malabares no casarão... Oficina de iniciação!

Seg - 19 de Dez
Condicionamento físico 14h as 15h
Malabares Básicos  15h as 17h

Ter 20 de Dez.
Swing  15h as 17h

Quarta - 21 de Dez
Condicionamento físico 14h as 15h
Malabares Básicos  15h as 17hs.

Quinta - 22 Dez.
Swing 15h as 17h

Sexta -23 Dez.
Condicionamento físico 14h as 15h
Malabares Básicos 15h as 17hs.

Gratuito!
São só 15 vagas por aula portanto chegue cedo!!!

Local: Casarão (pq Alzira Vargas, próximo a UFF)

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Convite a juventude campista!!!

Aos Jovens de Campos:
Pela revolução e pela liberdade!


A luta por um mundo melhor é a luta dos jovens que se acham capazes de mudar o mundo! Essa foi a luta dos jovens comunistas ao longo da história, assim como fez o jovem Che em sua bela contribuição revolucionaria em Cuba, assim como fez Lenin na URSS, assim como faz hoje aqueles que optaram pela enérgica luta contra as forças capitalistas e a favor da classe trabalhadora!

Devemos tomar consciência das formas de exploração que estamos condicionados, ao vender nossa força de trabalho e sermos reduzidos praticamente a meras mercadorias... Devemos saber que o motivo de tantas mortes violentas de jovens como nós; de guerras por territórios ou por recursos naturais; da crescente precarização dos serviços públicos; da criminalização dos movimentos sociais... Tudo isso é resultado da centralização do poder burguês na dimensão politica-econômica, e sobretudo, de sua ideologia predominante, que não só individualiza forçosamente os problemas que são sociais por natureza, como também nos mantem completamente fora das principais decisões politicas de nosso país.

Nós, jovens estudantes, trabalhadores, desempregados, artistas... Queremos assumir os rumos de nossas vidas, e de uma vez por todas construir uma sociedade justa e culturalmente melhor onde o homens e mulheres tenha em suas mãos o poder de decisão, onde sejam respeitados em suas diferenças mas que trabalhem por um bem comum. Travaremos então a batalha contra a exploração do homem pelo homem e contra a ignorância. E tal tarefa só será possível pela profunda mudança na estrutura social em que temos, rumo a sociedade que queremos, a sociedade socialista.


A UJC acredita nessa mudança e convida você, jovem de Campos, a pensar, organizar e lutar!

... Por que só quem ousa lutar, ousará vencer!
UJC - UNIÃO DA JUVENTUDE COMUNISTA  
sAIT: UJC.ORG

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

HOJEEE: GRITO PELA EDUCAÇÃO PÚBLICA! SAI DE CASA E DECIDA AGIR! Ás 15H, NO CENTRO De CAMPOS (CALÇADÃO)

É NA RUA QUE TRAVAMOS A LUTA, DO LADO DO POVO CAMPISTA!

JUNTOS SOMOS FORTES!



Um pouco mais de poesia!!!

*Não estamos alegres,
é certo,
mas também por que razão
...
haveríamos de ficar tristes?
O mar da História
é agitado.
As ameaças
e as guerras,
havemos de atravessá-las,
rompê-las ao meio,
cortando-as
como uma quilha corta
as ondas. *
*
Maiakóviski *

sábado, 10 de dezembro de 2011

Fruto (inho)

"Acho que o mundo,
o mundo.
Tão total na sua especificidade,
tão segmentado na sua complexibilidade.
O espaço,
tão ator e atuante, tão senhor das características.
Caracterizador, caracterizado."
 
Bruna Lopes

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

A DOENÇA INFANTIL DO MOVIMENTO ESTUDANTIL NA UFF: UMA RESPOSTA A JUVENTUDE DO PSTU E AOS COMPANHEIROS DA CST.

"Ou os estudantes se identificam com o destino do seu povo, com ele sofrendo a mesma luta, ou se dissociam do seu povo, e nesse caso, serão aliados daqueles que exploram o povo".
(Florestan Fernandes).

Mais uma vez, a história se repete como farsa: difamações, acusações desesperadas, informações pela metade... Além disso, achamos que os estudantes merecem respeito e não debate raso, sem jargões nem falsidades. Diante disso, nós da UJC, na UFF, achamos importante esclarecer fatos e decisões ocorridas no último Conselho Universitário (CUV).
No dia 29/11 foi realizado o Conselho de CA’s e DA’s, onde, tendo como ponto principal de pauta a questão da ciclovia, foi deliberado que: não haveria concessão de terreno da Universidade para a prefeitura; seria proposto a criação de um GT paritário para a construção de tal projeto de ciclovia, composto pelos os três seguimentos da Universidade: estudantes, técnico-administrativos e professores, além da criação um GT mais amplo composto pelos estudantes da UFF; e que não seria votada a aprovação de nenhum projeto fechado no Conselho Universitário do dia seguinte.
Foi respeitando essas decisões da base do movimento estudantil que nós, da UJC, nos comportamos no CUV. Para os que não estavam no dia, basta lerem a relatoria do Conselho, para terem clareza do que foi votado. Em nenhum momento colocamos em questão a possibilidade de cessão de terreno da Universidade para a Prefeitura de Niterói, como nos acusa de maneira irresponsável e leviana as cartas recém divulgadas na Internet.
Para a informação,aos “confusos” militantes do PSTU e aos combativos mas equivocados companheiros da CST , cessão e permissão de uso são duas coisas totalmente distintas: não estamos cedendo terreno da Universidade para a prefeitura, mas sim permitindo a construção da ciclovia, desde que sobre cláusulas prévias que devem ser elaboradas e disputadas pelos estudantes, técnico-administrativos e professores, e que não será votado a aprovação de nenhum projeto no Conselho Universitário durante as férias.
Portanto, trata-se de uma oportunidade para avançarmos no que sempre reivindicamos: a elaboração de um projeto contra-hegemônico de universidade, que vai desde a criação de espaços de socialização para os estudantes até um projeto de universidade que esteja totalmente voltado para as reais demandas dos trabalhadores. O G.T paritário e aberto para construção deste projeto, deve ser um salto de qualidade na organização e na contra-ofensiva das forças progressistas atuantes dentro e fora da universidade,por exatamente, não possuirmos nenhuma ilusão com qualquer conivência com a reitoria e com os setores conservadores da universidade.Trata-se de uma disputa que teremos que travar!
Infelizmente, a juventude do PSTU teima em ignorar esses fatos, seja por adotarem uma política de “contra tudo e contra todos”, (lembrando inclusive que a construção de uma ciclovia é demanda dos estudantes desde a ocupação) seja por cismarem em manter uma postura de falsas acusações, contribuindo cada vez mais para o isolamento e divisão do movimento estudantil. Propor uma “tática de vigilância constante” , como sugere o coletivo estudantil da CST, é enveredar por um caminho de lançar o movimento estudantil em um defensionismo mecânico, pouco propositivo, e que não enxerga as possibilidades da construção concreta de um contra-projeto que realmente dispute hegemonia na universidade,em articulação com os setores populares que estão fora desta.
Ao longo dos seus 84 anos de tradição no bojo das lutas dos estudantes e dos trabalhadores, a União da Juventude Comunista vem se reconstruindo com bastante notoriedade na UFF. Reconstrução vinculada às bases do movimento estudantil, respeitando seus fóruns, bem como sua pluralidade, compreendendo e atuando no sentido de contribuir para a superação de suas contradições. Além disso, nos pautamos por ações que superem o estado atual do ME, buscando, acima de tudo, outro modelo de universidade, que se vincule às necessidades da classe trabalhadora: a Universidade Popular.
Foi exatamente assim, durante a vitoriosa ocupação da reitoria, feita por todos os estudantes, que nós, comunistas, participamos sem nos furtar do debate e da proposição de ações concretas em meio a propostas alternativas às de nossa organização política. Temos imenso orgulho de participar desta fase atual do movimento da UFF: a de articulação real dos estudantes com as demandas populares, na luta por uma nova universidade. Mesmo com divergências, devemos ecoar o grito das necessidades da classe trabalhadora que estão dentro e fora da universidade.
Nosso chamado à unidade não é, portanto, discurso vazio,oportunista e alheio às mediações reais presentes no cotidiano, visando apenas construir nossa própria organização. Temos clareza de que o sucesso deste projeto será obra da capacidade de todo o movimento estudantil e não de poucos “iluminados”. A vitória dependerá de nossa relação com os setores progressistas de dentro e fora da universidade, sobretudo com os setores populares organizados em toda Niterói.
Sabemos exatamente qual é o adversário a ser batido: são as forças que representam o grande Capital, sejam os conhecidos privatistas do dinheiro público, sejam aqueles travestidos de revolucionários. Nossa contribuição na UFF é desmascará-las, em todos os espaços,pois,ao realizar acusações e deturpações da realidade ,como transparece os militantes do PSTU em sua carta, reproduzem-se práticas conservadoras e não se furtam do desejo de aparelhar entidades. Eles servem à conservação dos mesmos velhos interesses, travestidos de rebeldia e novidade.
A UJC aprendeu muito e não cessará em aprender com a vida que pulsa nas ruas e onde quer que haja luta contra os interesses privados. Superamos ditaduras, ataques de organizações de direita e daquelas travestidas de esquerda, quando declararam nossa morte. A realidade não para de provar a necessidade de afirmar a solidariedade, a igualdade entre os seres humanos e a luta contra a conservação do status quo.

A lição que tiramos, e fazemos ecoar agora, é a de confiar nas decisões coletivas e reforçar cada vez mais os fóruns legítimos dos estudantes: o Conselho de CA’s e DA’s. Analisar a dinâmica da realidade é nossa obrigação e não esperaremos que os representantes dos interesses privados, nossos adversários, o façam por nós. A tarefa mais importante, e que deveria ser entendida por aqueles que nos atacam, é a construção de uma real unidade de ação em torno do projeto de universidade alternativo ao grande Capital e não a divisão do movimento estudantil combativo.
O momento é de ofensiva contra a lógica excludente.Os estudantes da UFF devem ousar ainda mais e, para acumular mais vitórias, necessitam unificar-se em torno de um projeto propositivo e estratégico, e não meramente no campo da negação, que nada propõe no lugar daquilo que nega. Ignorar a luta por uma universidade nova é aceitar o que se tem hoje, mesmo que sob um discurso que se pretende contestador. É organizar derrotas, é se isolar da realidade que vibra nas ruas, é não ler o que a vida nos ensina!

Não basta mais negar tudo!
É hora de criar! Criar a Universidade Popular!

União da Juventude Comunista
Fundada em 1° de agosto de 1927

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Monogamia

Ante ontem o paraíso era logo ali do lado
Cheio de deliciosos pecados
Cheio de coisas a se adorar

Até que mais uma vez
A realidade nos suga pra dentro dela
Bocas e dentes asquerosos
E claramente necessários
Compreendo "bem"

Por culta dela,
A confusa monogamia
(ou minha forma de pensa-la)
E um pouco de minha infalível petulância
hoje, FATALMENTE, é outro dia

Por outro lado...
De todo modo
Já seria.